segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Aulas da semana de 3/01/2011 a 7/01/2011

A construção do absolutismo em França foi um processo demorado, algumas monarquias apoiaram-se na burguesia, outras na nobreza e outras ainda no funcionalismo* o que gerou a burocracia.
Os verdadeiros limites do absolutismo régio resumen-se aos instrumentos de poder por ele usados.
 - Permanência residual dos previlegios feudais
 - Limitar materiais e técnicos de administração
 - Defeciências do funcionalismo
 - Nas limitações financeiras do estado
 - E no grande aumento da burocracia
As cortes tornaram-se os lugares mais importantes de cada reino, porque os reis tinham uma grande necessidade de controlo, o que os levou a centralizar todas as funções nas cortes. Lá funcionavam todos os orgãos de administração central, o supremo tribunal, a tesouraria régia, o estado-maior do exército e das polícias, as delegações e embaixadas de outros países e seus diplomatas.
Com isto tudo a corte tornou-se o centro das atenções para todos os que trabalhavam ou dependiam do estado, passou também a ser um importante centro cultural e artístico.



(Palácio de Versalhes)



A Holanda porém já era tudo bem diferente de muitos países Europeus, devido ao seu grande dinamismo sócio-económico, para além de já deter um lugar de destaque entre as nações Europeias.
As principais diferenças da Holanda para as outras sociedades eram:
 - Metade da população já era urbana enquanto na Eurpopa predominava a sociedade rural.
 - A burguesia era o grupo social mais numeroso e dominante, e já participavam na vida política do país.
 - A nobreza era reduzida e pouco influente
 - Tinham um nível de vida elevado e cultivavam um espírito de tolerância e liberdade.


domingo, 3 de outubro de 2010

Aulas de história - de 28/09/2010 a 1/10/2010

Na aula de 28/09/2010, falamos dos factores de estagnação económica, os trabalhadores eram muitos e haviam poucas terras, cada terra tinha um proprietário, à medida que os anos avançavam as rendas iam ficando cada vez mais altas, o que obrigava os trabalhadores a trabalharem mais, para conseguir pagar as rendas aos proprietários das terras.
Para além de "sustentar" o proprietário com o elevado preço das rendas, o trabalhador também sustentava o estado e as classes dominantes. Por isso, o produtor acabou por não aguentar suportar o peso conjugado de enormes encargos, dificilmente calculáveis.
Nesta aula falamos também da concentração urbana. Com a falta de trabalho no campo os trabalhadores acabavam por vir todos para a cidade, onde também havia mais trabalho nos mercados, comércios regionais e intra-regionais.
O crescimento demográfico está também ligado a uma mudança estrutural consistente no progresso comercial e industrial, ou também alguns a causas burocráticas. O crescimento urbano repentino levou a alguns problemas como a urbanização e o abastecimento de víveres ou água.
Na aula de 29/09/2010, falamos das consequências das alterações climáticas, guerras e pestes ao longo do século XVII, A guerra e a fome são flagelos cada vez mais presentes na actualidade, assim como o mau tempo, muito por culpa dos comerciantes que cada vez aumentam mais o preço, o pão já se vendia a 10 tostões. O rei parece nem se importar com o sucedido e o 4º flagelo está cada vez mais próximo, as doenças, mais precisamente a peste.
As pessoas quando saiam à rua era com a cara tapada, com o medo de serem contagiadas com a peste, Os funerais eram feitos de noite, para as pessoas às quais tinham falecido familiares vítimas de peste não serem rejeitadas.
As guerras ao contrário do que parece, não eram provocadas pelos tártaros, pelos Turcos ou pelos Moscovitas, mas sim pelos que nasceram e foram criados no país, e que dizem defendem uma outra religião "Reformada". E que cobriam a terra de sangue, destruía casas e matava camponeses, mulheres e criancinhas. E tudo isto depois do Edicto de Pacificação!
Na aula de 1/10/2010, falamos sobre a precocidade de Portugal e do Império Português, Portugal com os Descobrimentos, alargou o seu império a todos os Continentes do globo.
Os Descobrimentos Portugueses apresentam 4 categorias essenciais: Pioneirismo Temporal, porque antecedem em cerca de setenta a cem anos os restantes descobrimentos Europeus; a Dispersão Espacial, porque é a única expansão com implantação em todos os Continentes; a Pluralidade Civilizacional, devido à capacidade de organizar-se no mundo segundo duas diferentes modalidades - a da intercomunicação, em África e no Oriente, e a da criação espacial, no Brasil; a Universidade Cultural, graças à capacidade de adaptação e comunicação com as diferentes civilizações.

Pedro Almeida